Sobre

FIMA - FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DO ALGARVE

Após um interregno de sete anos, orgulhamo-nos de anunciar a 32ª edição do Festival Internacional de Música do Algarve (FIMA).

O FIMA, um dos mais antigos festivais de música do país, retoma a sua missão de promover o acesso à música erudita através da realização de uma série de 20 concertos pautados pela qualidade e diversidade da sua programação, bem como pela excelência dos seus convidados. Ao abrigo do Programa “365 Algarve”, estes concertos estender-se-ão por toda a região algarvia, garantindo uma verdadeira democratização do acesso à cultura, e ocorrerão durante um período de mais de dois meses - entre Março e Maio de 2017.

Além da participação incontornável da Orquestra Clássica do Sul – a estrutura musical de referência de toda a Região Sul do país – o FIMA contará com a presença de centenas de músicos que integram ensembles de craveira internacional, como a Academy of Ancient Music (Reino Unido), Orquestra da Extremadura (Espanha), Orquestra Metropolitana de Lisboa (Portugal), Quinteto Carion (Dinamarca), Quarteto de Jerusalém (Israel) e o Quarteto de Cordas de Matosinhos (Portugal). A Orquestra Clássica do Sul irá também associar-se a outros artistas como o Coro “Lisboa Cantat”, a Companhia de Dança do Algarve e aos pianistas Jean-Bernard Pommier e Constantin Sandu. A diversidade do FIMA não assenta apenas na diversidade de formações artísticas mas também na abrangência de estilos, épocas e compositores que vão desde o Barroco (Vivaldi Bach e Telemann), Classicismo (Haydn, Mozart, Beethoven), Romantismo (Schubert, Brahms, Dvorak, Tchaikovsky, Mussorgsky) até ao Modernismo (Debussy, Schoenberg, Stravinsky, Prokofiev, Shostakovich), sem esquecer a produção contemporânea portuguesa com obras de Luís Soldado, Sérgio Azevedo, Eurico Carrapatoso e Luís Carvalho (algumas delas em estreia mundial). Outros eventos farão também parte do FIMA, como o concerto-multimédia pelo trompista Laurent Rossi e um jantar musical, onde música e gastronomia se juntam à mesma mesa!

Por tudo isto, endereçamos a todos o convite para participarem e abraçarem este nosso/vosso Festival, pois o sucesso e a continuidade da atividade cultural como forma de elevação pessoal e manifestação de cidadania depende do nosso empenho - “a cultura não se herda, conquista-se” (André Malraux).

Rui Pinheiro
Diretor Artístico do Festival Internacional de Música do Algarve 2017
Maestro Titular da Orquestra Clássica do Sul